Look Para Parque Infantil

O azul, o preto e o branco são as cores favoritas da maioria das mulheres para vestir no dia a dia… o que faz com que, na altura de ir com o seu filho para o parque, o seu filho não conseguir distinguir a mãe nos meio de tantas outras.

Sim, para quem não é mãe ainda, os parques no bom tempo enchem mesmo! Há fila no escorrega, há meninos a reclamar que o outro menino não sai daquele brinquedo onde ele quer andar.

Isto pode ser um pesadelo para uma criança que goste de ter a mãe debaixo de olho (e vice versa… o meu Glambaby leva sempre um boné New Yorker roxo e com as letras em verde flourescente super estiloso e super visível ao longe)…

Então, uma forma do nosso bebé nos ver pode passar por colocar uma parte de cima mais chamativa no nosso look. Não precisam de deixar de estar glamourosas, apenas precisam de usar uma peça que não seja branca, azul ou preta para que, o vosso bebé possa olhar à volta e ver que aquele casaco, aquela t-shirt, aquela blusa de cor diferente é a mamã.

Hoje mostro dois looks práticos, mais casuais, ideais para essa ida ao parque. Se estiver calor opte, claro, por alterar a manga comprida por manga curta.

Estes looks juntam 4 peças essenciais para sobreviver a uma ida ao parque:

  • a peça de cor para tranquilizar o vosso pequenote,
  • a ganga mais resistente aos imprevistos,
  • os saltos rasteiros que não se enterram nos parques de areias e nos permitem andar mais depressa atrás dos mais traquinas,
  • a mala grande para a garrafa de água, a bolachinha que ele(a) gosta, o casaquinho de malha se arrefecer, ou até uma fralda descartável para os que ainda usam.

Estas peças acabam também por ser essenciais para qualquer uma de vocês que ainda não são mães mas, querem dar aquele passeio e puder sentar na relva a ler um livro.

Podem até não precisar na camisola rosa… mas que fica glamourosa, lá isso fica!

Fraldas, Fraldas e Mais Fraldas…

Hoje falo da minha experiência com as fraldas do meu Glambaby… Talvez ajude muitas mães a não comprarem imensas fraldas do mesmo tamanho a pensar que o bebé vai usar muito tempo aquele tamanho porque, tudo vai depender de bebé para bebé.

O meu filho nasceu com 3.460kg e com uma pernoca grossa e, por isso, o tamanho 1 (2 – 5kg) usou no primeiro mês e como apertavam um pouco na perna, passou logo para o tamanho 2 (3 – 6kg) que também apenas usou um mês. Talvez hoje tivesse optado por comprar logo o tamanho 2 desde o início por causa da grossura das pernas mas, lá está, andei a comprar fraldas com antecedência e tive que as gastar.

O tamanho 3 (5 -10kg) já durou desde do terceiro mês até aos 6 meses, mais ou menos, porque com 6 meses tinha quase 8.5kg e, mais uma vez, as pernas grossas obrigaram-me a mudar logo para as tamanho 4 (9 – 15kg) e que já não usa praticamente desde dos 15 meses, apesar de, na altura estar com  10.600kg. O tamanho 4 foi aquele que se manteve mais tempo e se manteria se os elásticos não tivessem começado a fazer ferida e visto que com o tamanho 5 (13 – 18kg) não faz nem deixa passar nada para fora.

Está agora com 18 meses e a usar este tamanho. E, por isso, como podem ver o meu bebé deixou muito rápido os primeiros tamanhos. Mas isso é o meu bebé! Cada bebé é diferente, já vi meninos da idade dele a usar o tamanho 4, como também já vi meninos com 9 meses a usar o tamanho 5!

Por isso, nos primeiros tempos prefiram não comprar demasiadas unidades dum tamanho só porque podem perder rápido. Conheçam o vosso bebé primeiro.

Quanto a marcas de fraldas, no ínicio comprei sempre (até ao tamanho 3) as Dodot Sensitive, gostei tudo nelas e tinham risca que mudava de cor quando o bebé tinha xixi. Era muito bom.

Apartir do tamanho 4 usei, primeiro a Dodot Activity mas são caras e, por isso, tentava comprar em promoção. Ainda experimentei as da marca Jumbo mas não gostei, achei que o meu bebé assava mais depressa com elas e experimentei as da marca Pingo Doce que gostei bastante e usei alguns pacotes até ter experimentado a Dodot da embalagem azul e achar que mais valia manter-me nelas porque nunca tive problemas e o rabinho mantém-se seco bastante tempo mais tempo do que com as do Pingo Doce.

Essas sim compro a caixa maior que houver porque, normalmente, trazem toalhitas de oferta e acho que isso e o preço da caixa baixa o valor por fralda em relação a comprar um pacote com menos unidades.

Agora já no tamanho 5 experimentei as fraldas portugueses Nunex, porque ouvi falar muito bem delas, mas não me surpreenderam infelizmente. Pelo contrário, deixei-o dormir uma noite com uma fralda Nunex e passou o xixi para toda a roupa e lençóis coisa que com a Dodot nunca fez até hoje! Gastei-as, por isso, durante o dia até acabar o pacote e não voltei a usar.

Mas lá está, até nisso, o meu bebé dá-se bem com Dodot Azul mas há bebés que não!

O meu conselho é consultem a Decoproteste antes de experimentarem uma marca de fraldas e vejam o ranking do e-Konomista para ver se a marca que está a pensar comprar se está bem classificada e quais foram os defeitos detectados. A Dodot Azul (Extra-absorção) aparece em terceiro lugar num e em segundo lugar noutro, a marca Pingo Doce aparece como escolha acertada pela Deco e em quinto lugar no e-Konomista. Vejam com quais o vosso bebé se dá melhor.

E não liguem ao facto de ser marca branca… nos dias que correm temos visto muitos casos de marcas brancas que destronam completamente as marcas conhecidas. O que importa é o conforto do vosso bebé.

Espero ter ajudado!

Quando o Bebé Morde…

Não é fácil para os pais chegarem à creche e ouvirem queixas da educadora de que o menino começou a morder aos colegas. Mesmo quando esse morder, segundo ela, é apenas para se defender!

O nosso Glambaby começou por ter a mania de bater quando algo não lhe agradava, nós pais fomos repreendendo agarrando com firmeza a mão e dizendo que bater não se faz porque magoa, porque faz dóidói. E agora começou a morder!

É complicado porque na creche não estamos lá para os ensinar, temos que esperar que a educadora o faça por nós mas, são muitos meninos!

Há nossa frente só ainda mordeu uma vez e é incrível como, a criança fez-lhe mal e fugiu e ele, com 17 meses, vai direito a ele para o morder!

Mais uma repreensão!

Estamos a falar dum bebé! Se das primeiras vezes ele não tinha intenção de agredir quando nos batia, com o passar do tempo aprendeu a mostrar-se descontente desta forma!

Como pais, embora nos magoe ter que o repreender, é desde pequeninos que temos que o ensinar que não pode mostrar o seu descontentamento desta forma! Nem desta forma nem empurrando ou puxando cabelos!

Acaba por ser normal o bebé adoptar estas formas de defesa porque ainda não fala, ou não sabe como expressar verbalmente, que quer que a pessoa pare, ou que não faça isso ou que não gosta daquilo…

Mas sendo normal não é caso para os pais se rirem da habilidade do menino ou não fazerem nada para que aquela acção não continue! É preciso contê-la fisicamente, segurando a mão, o braço e dizendo de forma clara e firme, sem se rir, ou seja, com uma expressão séria: Não!

Porque se os pais, ou as pessoas à volta se rirem, o vosso bebé vai pensar que toda aquela repreensão não passa duma brincadeira e vai continuar a morder (se for preciso até mais vezes) porque as pessoas acham graça!

É importante que tenham sempre a mesma atitude sempre que o vosso bebé fizer algo agressivo, mesmo que pensem que não está a dar certo. Não se esqueçam que, com os bebés, os processos são mais lentos e que, mesmo assim, as crianças precisam ser ensinadas.

Quando o bebé começar a falar, ensinem-o a dizer quando não gosta de alguma coisa para que ele manifeste o que sente por palavras em vez de por más acções.

Educar não é fácil mas, com o tempo, todos conseguimos fazê-lo! Com calma e paciência tudo se faz.