A Minha História Com Batons

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Depois de ler um artigo interessantíssimo da Helena Sacadura Cabral sobre Os Estados de Alma e o Bâton, lembrei-me de vos contar a minha própria história com este produto de beleza.

Se gostarem, pode ser que faça a minha história com outros produtos…

Ao contrário de muitas mulheres, a minha história com o bâton não começa na infância… Penso que na minha infância nem sabia que isso existia! A minha mãe nunca utilizou maquilhagem e, para mim, nem precisa pois é a mulher mais linda do universo ao natural. Daí nunca ter tido contacto com estes amigos dos lábios até à adolescência.

Lembro-me que, a primeira vez que vi um foi uma tia minha, que me ofereceu um, juntamente com uma paleta de sombras. Era uma cor que, para mim que sou morena, não seria a melhor opção. O bâton era rosa pálido e, hoje vejo o quanto não me ficava bem. Mas, também, raramente usava. Talvez, de certo, por não me sentir confiante com a cor.

Ainda na adolescência, e com o acesso a revistas tão populares como a Bravo e a Super Pop, dei por mim a usar bâton de glitter que, naquela altura, arranhavam bastante os lábios para conseguir que algum produto ficasse no sítio.

Já para não falar daqueles glosses extraordinários que nos colavam o lábio superior ao inferior, dos quais, nunca gostei do sabor, nem daquele pegajoso todo.

Já no início da juventude, dei por mim a gostar muito de usar os castanhos nos lábios ou mesmo os alaranjados. Aí sim, já me sentia mais confiante sempre que utilizava na maquilhagem este tipo de produto.

Nunca fui muito de bâton vermelho… Poderia ter usado os vermelhos alaranjados, que tão bem ficam às morenas mas, sinceramente, nunca foi uma cor com a qual me sentisse glamourosa.

Hoje, sou uma fã incondicional de tons nude, mais próximos dos rosas queimados. Sinto que dão para diversas das maquilhagens que, habitualmente, uso e sinto-me bastante glamourosa com os mates.

Fazendo uma retrospectiva, até que não mudei enormemente de gostos… Só passei do rosa pálido brilhante para o rosa queimado mate. Ninguém notaria a diferença, ou notaria?! (risos)

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